7 itens para seu pet ou inspirados nele

Em 2018, o faturamento do setor deverá superar os R$ 20 bilhões, 11% a mais do que há dois anos. Expansão fica mais clara quando analisamos os dados do IBGE

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O Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para produtos voltados para animais de estimação. Fica atrás apenas de Estados Unidos e Reino Unido. O setor cresceu mesmo nos mais duros momentos da crise. Em 2018, o faturamento deverá superar os 20 bilhões de reais. Comparativamente, há dois anos as receitas foram de 18 bilhões. A razão para a expansão fica mais clara quando analisamos os dados do IBGE: há no país mais famílias que criam cachorros do que aquelas com crianças — são 44% versus 36% do total.

A população animal surpreende: são 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos. E os produtos para os bichos vão, cada vez mais, muito além dos tradicionais ossinhos, bolinhas e rações. Segundo um estudo das entidades ligadas ao varejo SPC e CNDL, o gasto médio mensal dos donos de animais é de 189 reais. Nas classes A e B, o tíquete sobe para 223 reais. Para ter ideia, 17% dos donos dizem comprar roupas para os animais com frequência. As redes especializadas em pets, assim como os sites de comércio eletrônico, oferecem um sem-fim de mimos e brinquedos high-tech para bichos. Há desde almofadas e coleiras estampadas até um curioso aparelho que, equipado com uma câmera e conectado à internet, serve para monitorar o comportamento do animal enquanto o dono está fora de casa.




Para quem quiser compensar a ausência, é possível também, via smartphone, enviar um comando para o arremesso de um petisco. Produtos desse tipo confirmam uma estatística curiosa: 44% dos donos veem seus cachorros como filhos, de acordo com uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de São Paulo. Com tamanho cuidado, será preciso encontrar novo sentido para a expressão “vida de cão”.

Por Exame | Da Redação

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